Rondônia
Confúcio Moura diz que há um déficit de liberação de vacina para Rondônia e pede providências
O parlamentar solicitou ainda a participação das Forças Armadas para ajudar na vacinação das populações que vivem em regiões isoladas

Por Assessoria
Publicado 27/04/2021
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Foto: Assessoria

Na audiência pública desta segunda-feira (26), da Comissão Temporária da Covid-19 (CTCovid19), com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a equipe do Ministério, que debateu os prazos de imunização e outras medidas de combate à pandemia, o senador Confúcio Moura (MDB-RO) lamentou que há um déficit de liberação de vacinas para Rondônia e outros estados da região Amazônica.

De acordo com o senador, há um déficit diferencial de quantidades percentuais de vacinas em vários estados do Norte. Segundo ele, Rondônia é o penúltimo Estado em vacinação; o Amapá é o último; e o Acre está entre os derradeiros. “Então, os Estados mais pobres coincidem. Parece que a pobreza, por questão de comunicação, não é atendida, ou, então, é questão de informações”, enfatizou.

Confúcio Moura solicitou a participação das Forças Armadas para ajudar na condução dos imunizantes aos ribeirinhos, indígenas quilombolas e extrativistas que estão em regiões isoladas. “A gente não pode deixar a região norte, que é a mais pobre do Brasil estigmatizada por menos vacinas”.

O senador lembrou que as Forças Armadas estão à disposição, e que é notória a eficiência dos soldados no alcance de regiões inóspitas, e questionou: “Não é viável essa aliança para levar vacinas mais rapidamente a ribeirinhos, indígenas de Municípios distantes? E disse que se faz necessária essa força-tarefa para vacinar as pessoas.

Diante dos casos aumentados no Norte, em algumas localidades onde se manifestam as variantes de maneira agressiva, como é o caso de Rondônia, Confúcio Moura questionou a possibilidade de o Ministério da Saúde voltar a aderir à estratégia bem-sucedida de Manaus, com o envio de mais vacinas do fundo de reservas estratégicas, para conter as mortes nesses locais.

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Moreira, afirmou que o ministério irá analisar internamente para ver a viabilidade de se priorizar os estados mais afetados, dada a realidade de contaminação da Região Norte.

Protocolos para atendimento de paciente grave

 O senador Confúcio Moura, que é presidente da Comissão, disse que já apresentou algumas sugestões para auxiliar o Ministério da Saúde no atendimento. Segundo ele, é uma exigência da classe dos profissionais de saúde para que haja um protocolo para o atendimento do paciente grave no Brasil, inclusive a formação a distância desses profissionais médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e outros.

Fonte: Assessoria

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